Estudo do comportamento do consumidor na vertical saúde

Vertical saúde e comportamento do consumidor

Entenda o impacto do Coronavírus nos hábitos e interesses do consumidor na vertical saúde.

Com o objetivo de entender as transformações e impactos da Covid-19 no mercado e nicho de saúde, nosso time de especialistas – junto à RankMyApp –  construiu um relatório que esboça o comparativo no comportamento do consumidor, entre os meses de fevereiro e junho de 2020.

Nesse blog post conteúdo você irá conferir alguns dos insights resultantes de nossas análises e terá acesso, também, a alguns dos fatores de impacto no contexto da vertical saúde – a partir de uma visão macro do Brasil e do recorte da cidade de São Paulo. 

Intervalo de análises: 
08.02 à 14.02
08.06 à 14.06

Digitalização e a vertical saúde

Certamente, umas das consequências mais aparentes da crise é a aceleração da digitalização nas relações sociais e de consumo.

Isso porque o coronavírus é um determinante para o aparecimento de imigrantes digitais – que buscam facilidade, comodidade, relevância e, principalmente, segurança diante das incertezas. Tal transformação é constatada, em São Paulo, na redução do deslocamento, bem como no aumento 73% da busca desses brasileiros por serviços da vertical saúde no ambiente online – em relação ao período pré-pandemia. 

Embora bastante demandado, o setor também pode sofrer impactos semelhantes as demais ramificações do varejo. Isso porque percebemos uma alta na procura de serviços em março, motivada pela declaração de pandemia feita pela OMS, mas que não segue a mesma curva ascendente e que, além disso, configura sucessivas quedas. Fato que nos mostra que o aumento da procura por serviços online não é inversamente proporcional a redução da distância média percorrida. 

Assertividade na particularidade 

É extremamente importante compreender que a análise das particularidades do consumidor e da região que ele está inserido são determinantes para ser assertivo e perceber as oportunidades. Os comportamentos variam e devem ser considerados desde a localização macro desse perfil até a característica que predomina na região que ele reside, por exemplo. 

Deslocamento e vertical saúde na cidade de São Paulo

Na cidade de São Paulo, houve a redução da taxa de deslocamento em cerca de 66%, no mesmo intervalo de dias dos meses analisados. Contudo, as regiões noroeste e centro configuraram uma diferença em quase 10%, para mais e menos, respectivamente, perante essa média. Além da mudança no deslocamento, o interesse por serviços de farmácia no ambiente on, entre essas duas regiões, apresenta uma diferença de quase 24%. 

Ou seja, para definir o compasso das próximas ações, como promover a intensificação do serviço digital e direcionar para os públicos certos, é preciso compreender como esses nichos se manifestam.

Interesses, transformações de cenário e inteligência de dados

Em nosso relatório mapeamos as mudanças relacionadas ao deslocamento e ao interesse na vertical saúde, com base no território nacional e também em SP.  As análises nos mostraram que cada região da cidade se adaptou de modo diferente à crise. Fato que reforça a fundamentalidade da personalização para oferecer assertividade.

Fica evidente, então, a importância do papel da  inteligência de dados na definição de estratégias e ações atentas aos públicos e as suas características regionais, culturais e de consumo. 

Por isso, reunimos todos insights e estruturamos o material que detalha como está o comportamento do consumidor em macro e microrregiões ante ao período pré-crise. 

Para saber mais e ter acesso ao conteúdo na íntegra entre em contato conosco: cinnecta@cinnecta.com 

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