estratégia de pricing e rentabilidade

Sua estratégia de pricing analisa os dados corretos?

Volatilidade, incertezas e complexidade…

Características presentes no mundo contemporâneo e, que frente à uma crise, se intensificam e exigem mais resiliência da sociedade, do mercado e das organizações.

Dos grandes impactos sofridos até então, além dos enfrentados pela área da saúde, podemos destacar os econômicos que são responsáveis por achatar 40% da renda dos brasileiros, de acordo com a Confederação Nacional das Indústrias (CNI).

Tais implicações afetam diretamente a relação com o consumo e a priorização de gastos. Visto que mais da metade dos entrevistados pela CNI salientam que estão reavaliando o modo que consomem e que esse comportamento pode persistir no pós-crise.

Portanto, o cenário reforça a necessidade de uma gestão de preços estratégica, que considere a percepção de valor para cada cliente e que, principalmente, tenha como base uma leitura minuciosa de contextos. 

É ideal que se estabeleça preços ótimos que considerem a realidade, pois ignorar o contexto em um momento tão sensível, além de ser prejudicial como marca, pode afastar os públicos. 

Por isso, neste blog post sobre estratégia de pricing abordaremos:

  • Como as áreas tomam decisões de pricing?
  • Por que vale a pena reavaliar as variáveis que você usa atualmente?
  • De que maneira identificar novas oportunidades de uso de dados para políticas de pricing?
  • Como conectar dados assertivos à rentabilidade?

Como as áreas tomam decisões de pricing?

Outra mudança atrelada à crise, é o impulsionamento da digitalização e do consequente aumento das interações no ambiente online. Essas relações favorecem a formação de um cliente mais ponderado e crítico.

Isso trás o seguinte fato; modelos e formas antigas de construir as estratégias de pricing não serão suficientes. 

Tradicionalmente o pricing é construído a partir de análises centradas em custo, concorrência, disponibilidade de estoque e margem de preço.

Embora pareça a solução mais prática, o mapeamento que considera somente esses elementos não garante a assertividade. Porque ignora o contexto, o perfil individual dos clientes, bem como a personalização que cada um deles pede quando se trata de sensibilidade ao preço. 

Por exemplo, não é possível desconsiderar a crise atual ao colocar seu produto ou serviço à venda – pois, cientes de que as prioridades mudaram entende-se que a flexibilidade na concessão de descontos ou upgrades também deve ser reconfigurada.

A ausência da integração desses fatores exerce influência direta na percepção de valor dos clientes em relação ao seu produto ou serviço. Além disso, é preciso pensar na relevância trazida por essa entrega, afinal, é ela que estreita a relação da empresa com o público.

Ademais, um método pouco específico demanda da organização mais recursos e energia para alinhar as ambições comerciais, gerenciais e de negócio.

Isso faz com que, uma estratégia de pricing bem construída é uma relação de ganha-ganha para a marca e para o consumidor.

Por que vale a pena reavaliar as variáveis que você usa atualmente?

Agora que você já sabe o quanto uma estratégia de pricing assertiva trás de benefícios, é preciso saber também que essa construção é um processo complexo e particular.

Por isso, formas genéricas não são suficientes. O ideal é ajustar na montagem do seu pricing os objetivos do negócio, o comportamento de mercado e dados de como o seu público e concorrentes se comportam perante à sazonalidade.

Além desses problemas, há outros erros muito comuns: não utilizar dados confiáveis, tomar decisões com base em achismos, desconsiderar as individualidades na aplicação de vouchers.

Não diferenciar preço de valor e menosprezar experiência no atendimento, também são erros muito comuns. 

Tudo isso porque a construção do preço afeta a percepção do cliente em vista da qualidade, do grau de personalização, de confiança e da comodidade oferecidos por você, empresa. Assim, o consumidor irá avaliar essas variáveis na hora de determinar se o preço condiz com a entrega de experiência e de valor. E, é isso que determinará o fechamento de um novo negócio.  

Uma estratégia de pricing efetiva preza pela máxima rentabilidade em conjunto com medidas que entreguem excelência.

Então, uma boa observação do comportamento humano, de mercado e de aspectos sociais, regionais e culturais – na elaboração e acompanhamento de toda a jornada do consumidor – otimizam as chances de acerto e, consequentemente, de fidelização. 

Como identificar novas oportunidades de uso de dados para políticas pricing?

No momento que sua estratégia está voltada para aproximação do mercado e dos públicos, novas oportunidades surgem.

Eles compõem a base mais confiável de informação que pode ser acessada por você e permitem uma visão detalhada de como atuar com foco e agilidade. 

Esses insumos incorporados à inteligência de dados serão utilizados para criar e aperfeiçoar modelos preditivos e prescritivos. Como análises de históricos e projeções, avaliações de desempenho do negócio, criação de modelos de aprendizagem, entendimento quanto à flexibilidade e sensibilidade de cada cliente.

Com isso, é muito mais fácil traçar os próximos passos.

Como conectar dados assertivos à rentabilidade?

Qual deve ser o preço ótimo? Qual cliente é mais sensível? Como otimizar a performance? A quem devo oferecer descontos ou upgrades?

Inovação, integração dos dados e aprendizado contínuo são as respostas e os termos-chave para alcançar a assertividade e a rentabilidade desejada. Isso porque a estratégia de pricing deve vir junto de uma gestão periódica dos dados coletados e ponderados – tanto em suas particularidades, quanto em seus efeitos na totalidade do empreendimento. 

Ao usar a tecnologia para integrar os dados, fomentar o machine learning, criar modelos que contribuirão com a otimização dos resultados e, assim, produzir inovação será possível equilibrar os objetivos empresariais com os desejos dos clientes. E, também, sugerir maior agilidade, maior domínio ao tomar decisões e estabelecer um diferencial no mercado. 

Estudos evidenciam que 33% dos clientes abandonam negócios por ausência de personalização e que 48% deles esperam um tratamento especializado. Ou seja, para aumentar a assertividade no alcance dos stakeholders e maximizar a rentabilidade é preciso uma visão bem embasada e acurada dos públicos.

Definir o preço ótimo para cada consumidor requer levar em conta todas as informações que explicam o contexto. E, a inteligência de dados é uma ferramenta robusta para arquitetar estratégias que saibam ler o comportamento do cliente, bem como sua forma de perceber valor. 

Sendo assim, embasar as análises em informações genuínas e, com isso, fomentar táticas é o que nossa solução de pricing oportuniza. Por meio da inteligência de dados e do mapeamento do comportamento dos públicos de interesse nossa solução propicia  a geração de resultados mais sustentáveis, alinhamento de ações, mais agilidade ao tomar decisões e a escalada da sua rentabilidade. 

Quer saber mais? Converse com nosso time em cinnecta@cinnecta.com 

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