Data-driven: combinar dados é o suficiente ?

Analyzing electronic document

O segredo está em transformar dados em melhores resultados para o negócio.

O conceito do que é ser data-driven já é comum à várias empresas e profissionais: tomar decisões referenciadas em dados para geração de melhores resultados. Todos concordamos que a definição é amplamente compreendida, mas e quando falamos da implementação dessa mentalidade no dia a dia da empresa?

Sabemos que dados são gerados a cada instante e que reunir as fontes é importante. Mas só agrupar os dados é suficiente para que  uma empresa tenha uma cultura data-driven? A resposta é não.

Incorporar uma gestão baseada em dados pressupõe investir a energia, que muitas vezes está voltada apenas na extração de informações, também em todas posturas, lideranças e estratégias do negócio. O fato é que se preparar para uma cultura de dados é desafiador, então, é preciso estar atento aos erros no processo de implantação e às múltiplas possibilidades fornecidas pelos dados. Esses pontos determinam se  sua empresa está, ou não,  preparada para ser data-driven.

Cultura de dados: erros mais comuns

Conforme estudos realizados pela Adobe, o senso comum é um dos grandes erros na hora de lidar com dados. Começaremos por este ponto porque a partir dele a superficialidade prevalece sobre tudo que foi reunido e, portanto, sobre as ações e decisões que serão realizadas. É preciso retirar das pegadas digitais o potencial máximo que elas oferecem e, para que isso ocorra, a subjetividade deve ser descartada.

Tomada de decisão utilizando a cultura data-driven

Tal fato nos leva ao segundo foco que merece atenção: em uma cultura data-driven não se pode criar estratégias baseadas em achismos. 

Talvez sua empresa já faça a coleta, a seleção e até a análise dos dados. É possível que vocês já reconheçam o que é relevante e o que dita o comportamento do seu cliente, mas na hora da deliberação o que prevalece é o feeling do gestor. Esse comportamento evidencia que todo trabalho feito até ali foi em vão, porque o que era mais valioso não foi utilizado da maneira ideal. Para ser data-driven de verdade e extrair os melhores benefícios para o seu negócio, é essencial deixar de lado os palpites e as intuições. Sem o uso dos dados como base, qualquer resposta não passa de mera suposição.

Outro equívoco está em crer que ser experiente no assunto suprime a necessidade constante de se atualizar e de estar atento. Certamente, a prática potencializa nossa expertise e o tempo de estudo conta em nossos resultados, contudo, é importante lembrar que a repetição impensada leva os profissionais a gerir os processos de análise no automático. Dessa forma, uma série de informações relevantes podem ser ignoradas. Em uma era em que inovação e a velocidade são palavras de ordem, acomodar-se já não é permitido. 

A multiplicidade no data-driven

Diante de tudo o que foi exposto, é imprescindível compreender a multiplicidade de fatores que devem ser considerados diante dos dados, Quando vistos de modo raso, incorporados de maneira subjetiva, isolada e sem contextualização eles não alimentam uma estratégia eficaz, e podem prejudicar os avanços da sua empresa. Está posto que ser data-driven é um modus operandi, e que esse tipo de operação está para além do agrupamento e da quantidade de informações extraídas. Ter uma cultura de dados é sobre o que eles representam e como são utilizados em sua organização para gerar valor ao negócio. O objetivo final é, agilidade, otimização de processos e decisões assertivas. 

O quanto a cultura de dados está fortalecida na sua empresa?

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