Dados como base para tomada de decisões

Cultura de dados: 7 dicas para implementar em sua empresa

Se você chegou até aqui, em nosso terceiro conteúdo sobre cultura de dados, já está ciente que é preciso  mais que agrupar informações para ser data-driven. Tal prática, que estabelece indicadores e insights relevantes como base para tomada de decisões, exige o abandono do senso comum, da superficialidade e do achismo para de fato otimizar os resultados que serão produzidos por seu negócio. 

Confira como alguns erros podem te prejudicar na implantação da cultura de dados

É trivial falar que os números não mentem e que por isso devem ser sempre levados em conta, mas, quando se trata desta lógica, é imprescindível compreender que o modo que as análises são feitas é tão importante quanto os dados reunidos. 

Esse artigo irá te apresentar 7 dicas de como implementar a cultura data-driven em sua organização.

7  dicas  para ser uma organização baseada em dados:

1. Trate a cultura de dados como uma filosofia de atuação.

Saber lidar com dados é diferente de ser e viver uma cultura data-driven. Então, é preciso uma mentalidade empresarial que preconize essas informações na construção de seus próximos passos. O ideal é que todos os membros da organização estejam envolvidos e fomentem esse processo. Afinal, a partir dele é possível captar e resolver os problemas com mais agilidade, encontrar soluções e conhecer cada vez mais seu público.

2. Tudo começa pela liderança

Recentemente um estudo da Wipro Digital, de 2019, revelou após entrevistar mais de mil executivos da América Latina, América do Norte e Europa, que apenas 36% dos líderes se comprometem e apoiam consistentemente as mudanças nas organizações que atuam. Conforme enuncia a pesquisa, a ausência de patrocínio dos gestores é uma das barreiras que impedem os avanços das empresas. Logo, para que ocorra a transformação digital, é preciso que, simultaneamente, haja a mudança de cultura organizacional motivada pela liderança.

Dados apresentados pela liderança para tomada de decisões

Mas como fazer isso? É aí que chegamos ao próximo ponto. 

3. Inclua os dados no dia a dia da sua organização

Só a motivação não basta para que todos absorvam a cultura de dados. Para inserir firmemente essa metodologia, a maneira mais fácil é incorporar a aplicação das informações no dia a dia da empresa. Isso deve ser feito para que todos reconheçam o quanto tecer estratégias embasadas nos dados é vital. Tente, por exemplo, começar levando para todas as reuniões e, também, solicite o mesmo de seus colaboradores, propostas, resultados e soluções alicerçadas em dados.

É essencial perceber que este é um processo gradual, ou seja, não dá para ter uma cultura de dados de um dia para o outro. Então, o quanto antes você efetivar o ser data-driven no cotidiano da sua organização, mais perto ela estará da transformação digital .

4. Seja transparente

Este é o ano em que Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) entra em vigor. Sendo assim, deve-se ter em mente que é preciso tratar dados que serão, de fato, utilizados pela sua empresa. Além disso, eles devem ser acessíveis aos colaboradores. Isso porque as informações que você tem podem ser significativas para otimizar o trabalho dos outros times. 

É válido ressaltar que, quando falamos de acesso, não estamos dizendo para que você compartilhe os dados sensíveis. O ponto aqui é sobre como a coletivização de alguns dados dentro da empresa podem convergir positivamente para seu negócio. Dissemine o que for relevante através de uma boa seleção de informações. 

5. Segmente e atribua significado aos dados

Dividir e entender para que cada dado coletado serve é crucial para estruturação de bons insights. Se você sabe o que gerencia e o que está medindo é possível concentrar e direcionar o esforço de modo mais eficiente. Nesse momento, o excesso de informações atrelado a ausência de clareza podem prejudicar,

Outro ponto chave é: deixe claro para quê os dados são úteis. Ter a consciência do que é visto, para que servem os índices e como eles impactam o negócio, dá mais tangibilidade para o trabalho feito por sua equipe. A dica é mostrar aos colaboradores o significado além dos números. Isso faz com que eles vejam como os dados sustentam a estratégia, e assim, os  valorizem e os usem diariamente. 

6. Aprenda com os erros 

Já mencionamos aqui que o processo para ter uma cultura de dados é progressivo. E, como toda mudança, algumas dificuldades serão enfrentadas. Então, é fundamental assimilar que o ser data-driven também está no aprendizado que os eventuais problemas podem trazer, 

A partir dos erros é possível otimizar os processos, criar modelos prescritivos e, consequentemente, ter novos insights, que podem enriquecer a gestão da sua organização.

7. Use boas ferramentas e saia do senso comum

Ser data-driven também é tratar um volume grande de informações, o que carece de um investimento de energia bastante dispendioso. Nesta etapa, as ferramentas, como Google Analytics ou Hubspot,  são aliados indispensáveis no tratamento e processamento de dados. Através delas é possível ter atualização e integração constantes. 

Contudo, ter um arsenal capaz de digerir todos os seus dados só será o bastante se há uma análise bem feita. Ao medir humanize, contextualize e associe as diferentes fontes de informação. Essa é a chave para ser uma empresa data-driven. 

Valorize os dados!

Agora já está mais claro o que deve ser feito para ter uma cultura data-driven. Em suma, é preciso valorizar os dados, pois, por meio deles, você pode transformar, otimizar e potencializar seus recursos. 

Informação é poder e são os dados que nos comunicam os desejos e as predileções dos nossos públicos. Não os deixe de lado.

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